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terça-feira, 3 de abril de 2018

Acusados do assassinato de policial civil em Senador Pompeu irão a júri popular

A esposa do policial civil José Cláudio Nogueira, Michele Fernandes Arruda, seu amante, Jackson Alves Pinheiro e o primo deste último, Tiago Soares Cunha, serão julgados pelo Tribunal Popular do Júri da Comarca de Senador Pompeu,  onde na noite de 20 agosto de 2016, na zona rural deste Município, Cláudio Nogueira foi assassinado a tiros. Michele Arruda e Jackson Pinheiro foram denunciados como coautores intelectuais e Tiago Cunha o executor.

A decisão foi tomada pelo juiz titular da Vara Única de Senador Pompeu, Wildemberg Ferreira de Sousa. A sentença contra o trio foi assinada na quinta-feira passada, 28 de março. O magistrado se baseou no depoimento de uma testemunha, na confissão e a delação iniciais da viúva, na estreita relação entre os envolvidos na morte, bem como a conduta suspeita da mulher, inclusive no interesse de gerir os bens deixados pela vítima.

Na ação penal, de autoria do Ministério Público do Ceará (MPCE), Tiago Soares Cunha, praticou o crime na companhia de uma pessoa ainda não identificada. O crime foi previamente planejado ao ponto de a viúva e o amante terem contratado os executores com a finalidade de se apropriarem da herança do policial.

Ainda de acordo com o MPCE no dia do crime o policial havia bebido com amigos, sendo conduzido para casa pela mulher. No caminho ela desacelerou o carro ao passar por uma lombada, ocasião em que duas pessoas se aproximaram e efetuaram disparos de armas de fogo. Logo depois Michele Arruda seguiu à residência de Tiago Soares, ali perto, sem ter acionado socorro para o marido. Dias depois, a viúva entregou, a Jackson Pinheiro, um cavalo de raça e um cheque de R$ 19.273,00.

Michele Arruda e Jackson Pinheiro continuam presos. Tiago Cunha aguardará o julgamento, ainda sem data definida, em liberdade.




Fonte: Diário do Nordeste



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