quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Polícia investiga desaparecimento de empresária em Fortaleza

Uma empresária do município de Maracanaú, identificada como Naiara de Queiroz Lima, 30, está desaparecida desde segunda-feira (2), quando foi contatada pela família pela última vez. A Polícia Civil do Ceará (PCCE) investiga o desaparecimento, enquanto a família busca possíveis motivações para o sumiço.

De acordo com Jefferson de Queiroz Lima, 28, irmão de Naiara, o último contato com ela foi feito pelo WhatsApp, às 13h05 de segunda-feira. “Ela respondeu que não estava em casa e não sabia que horas voltaria. Ela não faria isso, porque sabe que nossa mãe tem problema de nervosismo e depressão”, afirma o irmão.

A última imagem da empresária foi capturada pelo sistema de câmeras da loja dela, no bairro Luzardo Viana, em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A família teve acesso ao estabelecimento após arrombar a grade, como relata Jefferson. “Nas imagens que vimos, ela tava sentada, olhava pro computador, pra um papel nas mãos e chorava bastante. Chorava muito.” 

O veículo de Naiara foi visto pela última vez no início da tarde de segunda-feira (2), no cruzamento das avenidas Abolição e Desembargador Moreira, no bairro Meireles. 

Em nota, a PCCE informou que o 28º Distrito Policial (DP) está à frente das investigações, com auxílio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), especialista em casos de desaparecimentos, e da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde a família registrou Boletim de Ocorrência.

Denúncias
A Polícia Civil ressalta que a população pode contribuir com as investigações repassando informações que possam auxiliar os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS); para o ‪‪(85) 3101.2779, do 28º Distrito Policial (DP), ou ainda para o número ‪‪‪(85) ‪99111-7498, que é o WhatsApp do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por onde podem ser feitas denúncias via mensagem. O sigilo e o anonimato são garantidos.


(Diário do Nordeste)


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